terça-feira, março 31, 2015
quinta-feira, março 19, 2015
Suart Mill e reivindicação da igualdade entre os sexos
quinta-feira, fevereiro 26, 2015
Como é ser um morcego? À descoberta da relação mente corpo
A experiência do cogito inicia a aventura do ser que se pensa e do mundo que é pensado e da sua radical ligação e separação.
quinta-feira, janeiro 29, 2015
Relativismo cultural (RC)
quinta-feira, janeiro 15, 2015
EPISTEMOLOGIA: A NECESSIDADE DE JUSTIFICAÇÃO
sexta-feira, janeiro 09, 2015
Liberdade de expressão
quinta-feira, dezembro 11, 2014
Na perspectiva da humanidade
Helena Serrão
quinta-feira, dezembro 04, 2014
John Searle: A nossa convicção de liberdade é inseparável do nosso estado consciente
Jonh Searle, Mente Cérebro e Ciência
quinta-feira, novembro 27, 2014
Freud. Os condicionamentos da cultura disfarçam mas não apagam a barbaria
Vimos que a coerção externa, exercida sobre o homem pela educação e pelo
meio ambiente, suscita uma ulterior transformação da sua vida pulsional no
sentido do bem, uma viragem do egoísmopara o altruísmo. Mas este não é o efeito necessário ou regular da coacção
exterior. A educação e o ambiente não se limitam a oferecer prémios de amor,
mas lidam também com prémios de outranatureza, com a recompensa e o castigo. Podem, pois, fazer que
o indivíduo submetido à sua influência se resolva a agir bem, no sentido
cultural, sem que nele tenha realizado um enobrecimento das pulsões, uma
mutação das tendências egoístas em tendências sociais.O resultado será, no conjunto, o mesmo; só em circunstâncias especiais
se tornará patente que um age sempre bem, porque a tal o forçam as suas
inclinações pulsionais, mas o outro só é bom porque tal conduta cultural traz vantagens aos seus intentos egoístas, e só
enquanto e na medida em que as procura. Nós, porém, com o nosso conhecimento
superficial do indivíduo, não temos meio algum de distinguir os dois casos, e o nosso optimismo induzir-nos-á decerto
a exagerar desmesuradamente o número dos homens transformados pela cultura. (…)
A pressão da cultura
noutros sectores não acarreta consequências patológicas, mas manifesta-se
em deformações de carácter e na disponibilidade constante das pulsões inibidas
para abrir caminho na ocasião oportuna para a satisfação. Quem assim é forçado
a reagir permanentemente no sentido de prescrições que não são expressão das
suas tendências pulsionais vive, psicologicamente falando, muito cima dos seus
meios e pode qualificar-se objectivamente de hipócrita, seja ou não claramente
consciente desta diferença. É inegável que a nossa cultura actual favorece com
extraordinária amplitude este género de hipocrisia. Poderia arriscar-se a
afirmação de que se baseia nela e teria de se submeter a profundas
transformações, se os homens decidissem viver segundo a verdade psicológica.
Há, pois, incomparavelmente mais hipócritas da cultura do que homens verdadeiramente
culturais, e pode inclusive discutir-se o ponto de vista de se uma certa medida
de hipocrisia cultural não será indispensável para a conservação da cultura,
porque a aptidão cultural já organizada dos homens do presente não bastaria
talvez para esta realização.
quinta-feira, novembro 13, 2014
Argumentação: um poder acessível
O desafio que aqui deixamos sobre este filme é o seguinte: A partir das pistas dadas descubra a profissão de cada uma das personagens.
sexta-feira, novembro 07, 2014
Novo desafio filosófico
Além disso, nem mesmo a posse do conhecimento mais exacto torna fácil convencer certos auditórios daquilo que dizemos, pois a argumentação baseada no conhecimento implica a instrução e existem pessoas que não conseguiremos instruir. Nestes casos, temos de usar, então, noções que todos possuem enquanto modo de persuasão e argumentação. (...)
Além do mais, temos de ser capazes de utilizar a persuasão (tal como o raciocínio rigoroso pode ser utilizado) em lados opostos de uma questão - não para que na prática possamos utilizá-la de ambas as maneiras, pois não devemos levar as pessoas a acreditar naquilo que é errado, mas podermos ver claramente os factos e para que, se outro homem argumentar desonestamente, possamos refutá-lo. Em nenhuma das outras artes se retiram conclusões opostas: isto só acontece na dialéctica e na retórica. Estas duas artes retiram conclusões opostas imparcialmente. Ainda assim, os factos subjacentes não se prestam igualmente bem às perspectivas contrárias. Não, na prática, as coisas que são verdadeiras e as coisas que são melhores são, pela sua natureza, mais fáceis de acreditar e de provar.
Por fim, é absurdo sustentar que um homem deve ter vergonha de ser incapaz de se defender com os seus membros, mas não ser incapaz de se defender com o discurso e a razão.
DE QUEM É ESTE TEXTO?
ACEITAM-SE SUGESTÕES. FILÓSOFOS, ESTUDIOSOS DE FILOSOFIA ARRISQUEM...CONFIRAM A AUTORIA. EM BOA VERDADE UM TEXTO QUE NÃO SE ESCUDE NA AUTORIDADE DE UM AUTOR É MUITO MAIS FRÁGIL MAS TAMBÉM MAIS ABERTO À DISCUSSÃO...
Desfeito o anonimato o texto é de Aristóteles, da obra a Retórica, como ninguém respondeu ao desafio o próximo desafio será mais atraente: Será que o actor Zeca vai voltar às Novelas? Será que vamos poder voltar a contar com os seus magníficos olhos azuis ou Adeus Zeca? Aguardam-se comentários...
quinta-feira, outubro 23, 2014
Logosfera - A Babel das línguas que não se entendem
"Cada povo tem, sobre si, um céu matematicamente dividido em conceitos, e, sob a exigência de verdade, entende que nenhum deus conceptual pode ser procurado em lugar algum fora da sua sua esfera "(Nietzsche): somos todos apanhados na verdade das linguagens, isto é, na sua regionalidade, arrastados para a grande rivalidade que governa as suas vizinhanças. Pois cada palestra (cada ficção) luta pela hegemonia; se tem o poder, atravessa tudo no decorrer quotidiano da vida social, torna-se doxa , natureza: a conversa pretensamente apolítica dos políticos, funcionários públicos, da imprensa, rádio, televisão; é a conversação; Mas, mesmo fora do poder, contra o poder, a rivalidade renasce, os dialectos lutam entre si. Uma Regra implacável rege a vida da linguagem; ela vem sempre de algum lugar, é guerreira desse lugar. Imagina-se o mundo da linguagem (o logosfera ) como um enorme e perpétuo conflito de paranóias. Apenas sobrevivem os sistemas (ficções, dialectos) suficientemente inventivos para produzir uma imagem final, o sistema que marca o adversário com termos semi-científicos, semi-éticos, espécie de torniquete que permite ao mesmo tempo ver, explicar, condenar , vomitar, recuperar o inimigo, em uma palavra, fazê-lo pagar.
Tradução de Helena Serrão
O conceito de Logosfera descobre a sua paternidade e também a luz do dia, neste excerto do texto de Barthes. O mundo das linguagens em conflito que lutam pela hegemonia.
terça-feira, outubro 14, 2014
Hannah Arendt entrevistada por Roger Errera em 1973 (extracto)
Hannah Arendt nasceu a 14 de Outubro de 1906, hoje faria 108 anos. À sua fama referenciada na página de pesquisa do Google, não é alheia uma evidente capacidade de comunicação e de reflexão simultaneamente estimulante e original, não só porque faz uso de uma linguagem comum, facilmente compreensível, como alerta para a discussão dado o carácter provocador das suas principais teses. Veja-se na entrevista a relação entre a banalidade do mal e a grandiosidade das suas consequências, qualquer ser humano que se destitui do pensamento pode perpetrar, se as condições o propiciarem, actos causadores dos maiores danos, sem consciência, pois sem pensamento não há verdadeira consciência moral. Esta conclusão resulta da análise de um caso histórico, o julgamento do nazi Adolf Eichmann. No seguimento deste raciocínio, a citação de Brecht, que a comédia pode representar melhor que a tragédia este mal cometido provoca uma inversão dos lugares comuns que usamos e nos quais confiamos, exemplo da função crítica da Filosofia que não precisa afastar-se dos factos históricos, pode perfeitamente partir deles para os interpelar de um outro modo, diferente da História.
quinta-feira, outubro 09, 2014
O homem do momento.
helena serrão tradução livre
quinta-feira, outubro 02, 2014
Oxalá desaparecesse a Filosofia!!!
quinta-feira, setembro 18, 2014
Boa Tarde a todos!!!
Se quiseres participar
dar sugestões
editar novos textos
aprender como se faz um blogue
criar o teu próprio espaço de reflexão e criatividade na net
Contacta connosco.
quinta-feira, setembro 04, 2014
O relativismo moral
Neste ponto de vista se o grupo não chegasse a acordo então não haveria regras, ou vamos limitar o grupo aos que estão de acordo e assim há regras mas só para alguns e os outros formam outras. Não há verdadeiramente tão grande discrepância, ou substancial divergência entre todos sobre certos actos serem errados, objectivamente errados, e portanto a evitar, assim como não há substancial divergência em relação à grandeza dos cães. Um cão grande é facilmente reconhecível por todos, porque há um padrão formado a partir da experiência comum que todos temos sobre a natureza dos cães conhecidos. O facto de poderem existir excepções não altera o que podemos concluir ser o mais comum e constituir o padrão. Do mesmo modo o juízo moral pode estar vinculado a um grupo resultante do acordo tácito entre todos os membros mas isso não significa que por serem praticados e consentidos certos actos no seio desse grupo, que eles sejam correctos moralmente. Ser aceite por um grupo não significa moralmente correcto. O juízo sobre o correcto ou incorrecto não pode ser confinado a um grupo porque a questão moral é uma questão geral, pois qualquer acção de qualquer indivíduo, em qualquer grupo afecta ou pode afectar todos. Imaginemos uma terra onde só existem cães pequenos, raças pequenas. Nessa terra, se não houvesse conhecimento de outras raças chegar-se-ia a pensar que todos os cães são pequenos e o nosso juízo estaria errado.
sábado, agosto 30, 2014
Kant: A melancolia como condição humana
http://filosofialogos.blogspot.pt/search/label/Hume




.jpg)





.jpg)




